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Quantas linguagens de programação você sabe?

Esse tipo de pergunta no mercado de TI atualmente é extremamente frequente.

Várias empresas procuram profissionais flexíveis e dispostos a encarar uma dinâmica de troca de equipes que muitas vezes encaixa pessoas que nunca se quer ouviram falar de tais linguagens de programação em projetos que precisam ser entregues “pra ontem“.

Falo sobre algumas perguntas pertinentes abaixo:

Realmente preciso saber de todas as linguagens de programação para ser um bom profissional?

É impossível “saber” de todas as linguagens (apesar de muita gente ainda falar e outros ainda acreditarem nesse tipo de assunto) e os motivos são óbvios e circulam em cima de uma só citação: Curva de aprendizado.

É fato que quanto mais experiência em programação um indivíduo tem, mais facilidade de lidar com novas linguagens existe, mas isso não deixa um risco no ar tanto para o profissional quanto para a empresa.

E se der errado (para a empresa)?

Essa pergunta que a minoria faz infelizmente é parte da rotina no mercado de software.

Nem sempre existem outros profissionais disponíveis para alocar como recurso nessas situações e em muitos casos, o ‘pai’ fica sendo do profissional que talvez nem deveria estar no projeto.

Em geral, a empresa tem um poder de decisão muito maior que o empregado, o risco começa por aí.

E se der errado (pra mim)?

Outra pergunta difícil de responder.

Pense num desafio de encarar o novo, muita expectativa em cima do seu trabalho e no final, frustrações e constrangimentos em projetos muitas vezes “empurrados com a barriga”?

Não podemos esquecer que independentemente se você é empresário ou empregado, situações como essa sempre caem para o lado mais fraco da história, ou seja, pro empregado ou para o empresário / empresa!

E como sabemos, o famoso sistema de hierarquia se encarrega de jogar os fatos para os responsáveis.

É preciso saber dizer não!

Não é uma palavra difícil de ser falada e difícil de ser ouvida, porém muitas vezes tanto salva empregos quanto salva a própria saúde dos envolvidos.

Quantos casos podemos ver no mercado de bons profissionais sendo julgados pela falta de um não na hora certa.

Precisamos pensar em várias vertentes para decidir se é vantajoso ou não estar disposto a sofrer pressões que na maioria das vezes, são desproporcionais quando todo o projeto está em colapso.

Flexibilidade precisa ter limites.

Encarar novos desafios é pra muitas pessoas um fato motivacional, porém caso esteja fora dos limites, é facilmente capaz de tirar o sono e não só isso, quantos casos de Síndrome de Burnout atualmente temos no mercado de trabalho? Será que realmente compensa ser flexível a esse ponto?

Foco é um dos maiores segredos do sucesso.

Sim! Ele mesmo, o FOCO.

Sempre quando me perguntam sobre determinado assunto envolvendo Arquitetura de Software, dou opiniões voltadas para as minhas expertises onde sou especialista, afinal, é realmente muito difícil se manter afiado em todas as plataformas existentes no mercado, além delas mudarem praticamente todos os dias, indo de excepcional a terrível (e vice versa) em questão de meses ou até anos.

Você tem que escolher o rumo certo que irá seguir e para isso, as dicas sempre são analisar o mercado e o que tal conhecimento vale no mesmo.

Conteúdo 100% autoral, baseado em experiências e fatos reais.

Escrito por Michel Oliveira em 25 de setembro de 2019.